quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Crowdfunding - Reconstruindo Sonhos

Participe da campanha "Reconstruindo sonhos" e ajude a reformar as instalações da CPP, adquirindo recompensas (mandalas, abayomis, oficinas de gastronomia e de hortas verticais, fotos, artes para área de trabalho do computador, book fotográfico, vídeos institucionais, visitas guiadas à CPP) ou fazendo doações.


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Valor das Ruas - Demetrius Demetrio



Websérie - Valor das Ruas - O trabalho na Comunidade dos Pequenos Profetas nos coloca em contato com pessoas e histórias incríveis, que na maioria das vezes não são percebidas pela sociedade. Na série Valor das Ruas compartilharemos algumas dessas histórias.

Conheça a história de Demetrius Demetrio, que morou na rua um ano por opção para conhecer a realidade de rua, e assim fundar a #CPP junto com Dom Helder, e assim contar as belas histórias do valor das ruas.

‪#AteOndeVocePodeMeLevar

compartilhe essa hashtag e leve Demetrius Demetrio para que todos possam o conhecer.

mais informações no site:

http://pequenosprofetas.org.br/desper...

curta nossa página: https://www.facebook.com/comunidadedospequenosprofetas

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Programa SóNotíciaBoa #3



Em parceria com o Banco de Alimentos Mesa Brasil - Sesc Pernambuco a Comunidade dos Pequenos Profetas transforma alimentos que iriam para o lixo em alimentação atrativa e saudável para crianças de baixa renda e em situação de risco social e só poderia ser ‪#‎SóNotíciaBoa‬.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Eu Apoio - Eduardo Montenegro



Na série “Eu apoio” contamos com a colaboração do artista plástico Eduardo Montenegro, que trouxe para o grupo do Projeto #DespertandoValores, apoiado pela @Petrobras Socioambiental, uma oficina de stencil, utilizando como tema a capoeira e sua importância no cotidiano das crianças e adolescentes.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Internationaler Unternehmensfilm - Kleinen Propheten





Das ist ein Unternehmens-Video über das Strassenkinder-Hilfswerk Comunidade dos Pequenos Profetas CPP in Recife, Brasilien. In der Stadt im Nordosten des Landes gibt es riesige Unterschiede zwischen Arm und Reich und damit einhergehend ein ernstes Gewaltproblem. Kinder, die dort in schwierigen Verhältnissen aufwachsen, haben grosse Nachteile. Oft haben sie keine Chance auf eine gute Ausbildung, sie enden deshalb als Kriminelle oder Drogenabhängige, leben auf der Strasse. Die CPP ermöglicht es solchen Kindern, ihren Weg zu finden und sich auf ein besseres Leben als Erwachsene vorzubereiten. Dazu ist die Institution aber auf Hilfe angewiesen. Engagieren können sich alle für die CPP, direkt vor Ort oder mittels Spenden.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Valor das Ruas



Websérie - Valor das Ruas - O trabalho na Comunidade dos Pequenos Profetas nos coloca em contato com pessoas e histórias incríveis, que na maioria das vezes não são percebidas pela sociedade. Na série Valor das Ruas compartilharemos algumas dessas histórias.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Última vinheta da série Direito à Cidadania


Quando começamos a série Direito à Cidadania, há um ano atrás, acreditávamos que o país tratava com descaso a questão dos usuários de crack e o preconceito era um fator que contribuía para que essas pessoas continuassem na marginalização.
Recentemente o PLC 37, projeto em pauta no senado, altera a pena de usuários de drogas não fazendo mais destinção entre traficante e usuário, o fato nos mostrou que ainda temos um longo caminho a percorrer no que se refere à discurção sobre a problemática dos dependentes químicos no Brasil.
Ao longo da série Direito à Cidadania mostramos muitas histórias de abordagens violentas da polícia relatadas por dependentes químicos. Desta vez gostaríamos de mostrar que um outro tipo de abordagem da polícia é possível. 



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Vício e sofrimento: a história de Maria




Maria (nome fictício) é uma atendida da CPP. Ela é  Jovem, comunicativa e brincalhona, mas as cicatrizes do seu corpo denunciam uma história de vida que contrasta com seus olhos vivos e alegres. Na sexta-feira, dia 26 de maio, recebemos uma notícia que nos chocou : Maria levou um tiro no pescoço e estava no Hospital da Restauração.

CPP: O que aconteceu?
Maria: Eu tava sentada, fumando um negócio (crack)... Primeiro ele me chamou pra buscar um revólver, aí eu fui. No meio do caminho ele disse que não precisava mais, aí eu voltei, me sentei e continuei a fumar, quando eu me levantei e fui pra esquina e saí do beco com ele e mais dois, eles dois se aproximaram , o outro já veio por trás de mim  e deu logo o “bobó”, aí esse de branco já puxou o revólver. Aí eu gritei: pelo amor de Deus não me mata, não! Aí ele deu o primeiro tiro, foi na hora que eu virei e pegou no meu pescoço. Na minha cabeça gelou tudo, na hora. Eu fui pra cima dele, ele com o revolver na mão, querendo apertar, e eu com a mão empurrando ele, reagindo pra ele não apertar mais, senão ele teria me matado. Ele saiu correndo pra dentro do beco, aí eu peguei e saí correndo. Aí cheguei no Caboclinho (uma festa) e “arriei” no chão, as pernas ficaram fracas. Fiquei no chão sangrando até chegar alguém pra me ajudar. Passaram dois taxistas, pararam pra me ajudar e chamaram “os home” (policiais). Veio um carro de polícia, me colocaram no carro e me levaram pra UPA.

CPP: Por que isso aconteceu?
Maria:  Eu tava devendo só R$20,00 a ele. Eu devia R$100,00, paguei R$80,00 e na hora que fui pagar os R$20,00 ele não quis. Ele disse: eu n’ao quero receber mais não, depois você vai me pagar. Foi a hora que ele veio e “meteu bala” em mim. Mas só pegou um tiro, graças a Deus.

CPP: Já sofreu algum outro tipo de violência antes?
Maria: Já sofri estupro, foi na linha do trem, o cara enfiou uma estaca no meu pescoço, antes de acontecer isso comigo do tiro. Peguei 95 pontos de dentro pra fora. Só sobrevivi porque fingi que estava morta. Isso eu tinha uns 14 anos.

CPP: com quantos anos você começou a usar crack? Por que você acha que isso aconteceu?
Maria: Comecei a usar por causa das amizades, tava eu e mais cinco colegas, lá no Coque, as cinco usando e eu nunca tinha coragem de usar. Nesse dia minha mãe deu uma pisa em mim, eu tava toda rocha,tava “arretada” aí eu disse: eu vou experimentar isso aí!  Eu tô até hoje, hoje eu tenho 19 anos, desde os 11 anos que eu fumo Crack. E pra sair tem que ter muita ajuda, de um dia pro outro não sai não.

CPP: Qual o conselho que você daria para uma pessoa que está experimentando pela primeira vez?
Maria:  Não queira nem experimentar, a primeira vez é que vicia. Por isso que se chama pedrina do amor/fumou se apaixonou.